As decisões políticas não foram feitas em sua grande maioria para serem tomadas por pessoas que não compreendem nem a própria pulsão sexual do ego. Como disse Straus não se pode deixar que convicções particulares afetem planos sociais. A política é racional, é dessa forma que ela cumpre seu papel, racionalidade não quer dizer falta de empatia, pelo contrário, é pela racionalidade que os caminhos da empatia são abertos. Mas o voto é de todos!
Enquanto alguns tomam por racionalidade os pensamentos de esquerda, outros vão pela direita, o importante é que haja dialética entre as ideias promovendo participação popular coordenada constitucionalmente.
Quando digo pulsão sexual do ego, não estou me referindo ao comportamento sexual em si em favor ou dessonância com a vida política ou profissional. E sim em como que a vida emocional de um pessoa compromete decisões de grande valia.
Já ouviram aquela "homem separa sexo de amor" rsrs. É bem isso que a política exige, uma espécie de alienação, se pensarmos que mulheres não separam sexo de amor, as mulheres tenderiam a ser mais de direita, no fundo muitas são, mas as mulheres que compõem a política tendem a ser mais desenraizadas o que faz delas na grande maioria das vezes pensadoras, percursoras da esquerda.
Enquanto homens assumem uma postura mais de direita. Não entendo porquê fazem isso politicamente, analisando a psique, talvez por entenderem mais sobre competitividade e sua importância, mas algumas vezes um pensamento de direita dá certo. E hoje até concordo com algumas políticas de direita, como incentivos fiscais e promoção do emprego e renda.


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