Diferentes e indispensáveis cada um em sua diferença.
Àquele que gosta do laboral, das vidrarias do laboratório de bioquímica, de realizar inúmeros testes, àqueles que são altamente tecnológicos, os que gostam do mundo das ideias. Todos esses são métodos científicos, cada um em seu rigor e comunicação com as semelhanças e com mais dificuldade com as diferenças no fazer. A diversidade vai muito além das questões étnicas, sociais e de gênero, ela está também na valorização da forma de cada um colaborar. Veja bem, não estou dizendo que tudo está certo e que não existe erro. Mas que em sua forma de colaborar há também desvios em comparação aos que colaboram da mesma forma que você e quando alguém consegue alcançar várias formas de alcançar saber, o cérebro não pifa, porque ele descansa quando usa caminhos diferentes para acessar o conhecimento.
A epistemologia do saber científico nos trará várias formas de trazer conhecimento. Um professor deve ter a habilidade de entender as diversas formas que algo pode ser dito e estar dentro de uma margem de acerto, isso é valorizar a personalidade e pluralidade dos indivíduos.
Por exemplo quando falamos de uma substância de realidade antioxidante, senão pelo senso comum existem várias formas científicas de alcançar esse saber, por meio de experimentação laboratorial, por meio de cálculo teórico, por meio de insights (algo que assemelharia com o senso comum). Afinal não foi assim muita coisa começou, pelo naturalismo, pela observação da maçã, pela curiosidade em dissecar animais, então?


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