Hipersensibilidade infantil, personalidade e identidade de gênero mais outros sentimentos.
A definição, psicopatia é algo que pode variar conforme a cultura ou momento político. Essa definição ganhou estabilidade, quando para psicopatia pode se definir uma serie de atos imprudentes ou negligentes e impulsivos que possam colocar em risco a própria vida ou a vida das outras pessoas.
Antigos filósofos já diziam, alguns nascem bons, outros nascem maús e outros nascem em branco. Na verdade todas essas verdades são relativas e absolutas por tocar no sentido de que cada pessoa tem uma personalidade e essa personalidade pode manisfestar de forma racional e saudável na sociedade. Acredito que dos que nascem maús em um extremo, dos que nascem bons em outro extremo, e dos que nascem em branco serão corrompidos pela bondade, pela maldade, ou por ambos.
Algo relativo a hipersensibilidade pode estar relacionado à problemas do eu em em meu gênero, de não se identificar comigo, crise existencial e problemas na percepção de si no meio. É complicado tratar a dissociação de gênero como transtorno mental, uma vez que politicamente estas pessoas devem ter oportunidade de se sentirem em uma sociedade por mais que hajam desafios na formação da personalidade desses indivíduos relacionados à sexualidade. Porém a hipersensibilidade infantil nem sempre estará associada a sexualidade, podendo estar associada ao suicídio, depressão infantil e até a homicídios por despersonalização.
A formação da personalidade é importante para o convívio social, pois a nossa personalidade é que coloca limites de convivência. Não quer dizer que seremos imutáveis, mas que o eu deve ser afetado e reconstituído através de cada experiência seja ela positiva ou negativa. É essa resinificação que leva os indivíduos para a racionalidade. E dessa forma é possível assumir responsabilidade pelo que é feito, quando transferimos a culpa para outras pessoas ou até para uma entidade espiritual estamos assumindo um déficit na formação de nossa personalidade e imputabilidade. A imputabilidade nos dá alguns direitos, mas tira vários outros, como assumir cargos públicos, possuir guarda legal dos filhos, casar e dirigir . É mediante essa perspectiva da verdade relacionada a incompletude da personalidade que a maior idade penal é 18 anos.
Temos como exemplo o exorcismo de Emily Rose, uma claro exemplo de despersonalização relacionada a esquizofrenia, a mulher da Janela, outro caso de esquizofrenia, Verônica decide morrer, esquizofrenia. A esquizofrenia pode ser de diversos tipos, despersonalização como no primeiro caso, que pode colocar em risco a vida das outras pessoas, esquizofrenia paranoide no segundo caso, que pode colocar em risco a vida de outras pessoas, mas em menor grau, e o último caso que coloca em risco apenas a vida da própria pessoa, relacionado ao suicídio altruísta.
Porém a maior ocorrência de suicídio está relacionada à outras questões que não necessariamente é o suicídio altruísta.
A despersonalização pode parecer algo distante e é por isso que pode parecer difícil entender o porquê ela ocorre. Todo mundo já teve um momento em se sentiu fora de si, sem controle por algo estava sentindo, parece que eu estava possuída ou possuído, estava cego de raiva. Dependendo do grau do sentimento uma pessoa pode ter um surto de agressão ao outro, já viu quando tentamos separar uma briga e colocamos a mão no peito de uma pessoa, o quanto coração fica acelerado? Esse sentimento pode ser tão intenso a ponto de uma pessoa se quer lembrar do que fez. Na adolescência esses sentimentos podem ser mais difíceis por conta da imaturidade (a questão da formação personalidade, da significação que damos as coisas boas ou ruins que acontecem conosco).
E aí alguém quer ser penalmente imputável? A não ser que você tenha cometido algum crime grave, acho que ninguém quer.


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