Por que a educação pública não deve ser afetiva?
Quando falo de educação pública não estou me referindo necessariamente a educação gratuita; mas sim a educação constitucional dita como social. A constituição da república federativa do Brasil fala de vários tipos de educação, inclusive da familiar. E a própria constituição traz essa essência da família como uma educação de engates afetivos e a social de engates racionais.
Uma educação pública seja ela gratuita ou paga que leva engates afetivos é injusta e promissora de violência. E a escola como ambiente social deve levar os indivíduos à virtude e ao alcance da racionalidade, alavancando o senso intelectual fazendo com que o indivíduo se sinta parte de uma consciência coletiva que eleva a lei como sendo a direção de causas e efeitos para a conduta virtuosa.
Uma educação afetiva no ambiente social é acima de tudo exclusiva pela manifestação da pessoalidade de cada indivíduo. E a medida que o ser administrativo, professor, diretor e outros profissionais da educação se encham de experiências pessoais negativas (relacionados a experiência) a educação pode encher-se de violência se afastando da razão pura. O certo é que essa razão pura seja vazia da afetividade e esbarrada na empatia e tolerância. Sendo que os profissionais são humanos e na experiência educativa podem se esbarrar na afetividade, mas estes sempre terão um norte para um tipo de razão que é vazia de todo eu.
Estudos da educação a partir das ideias de Kant!


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