A arte de foder e servir.

 As dicotomias da manifestação do feminino e masculino na sociedade, estão relacionadas com os sentimentos particulares que permeiam os sentidos de perpetuação da espécie na sociedade. 

As relações afetivas e como cada gênero particulariza as relações pode definir afinidades profissionais ou até mesmo a variação de competências e habilidades de indivíduos de gêneros diferentes em uma mesma profissão. 

A arte de foder e servir traz a relação do sentido de que a mulher tem que ser boa o suficiente para ser fudida. Quem Fode é quem tem, ou seja, o falo é necessário para a personificação do ser que tem para foder. Ou seja o homem é o ser da propriedade intelectual, financeira e da força física. A mulher deve apenas ser agradável ao detentor da propriedade, ou seja, o lugar do serviço. 

A habilidade de servir é nomeada por respostas afetivas chamadas de amor pelo detentor da propriedade. Essa mulher que consegue conquistar o detentor da propriedade deve ser boa o suficiente para aceitar o serviço de outras. 

Quando a mulher não consegui onerar o serviço de outra mulher ela pode não ser boa o suficiente para servir ao rei. 

Nesse sentido existi competição entre fêmeas, ou seja, duas mulheres que lutam pelo serviço. Duas mulheres que lutam pelo serviço, não conseguem conquistar a raiva de um rei. 

A arte de foder e servir, estar relacionada a natureza competitiva masculina e sendo assim do desserviço. O serviço ao outro sempre estará carregado pela dor. Enquanto que o serviço ao outro do feminino é configurado pela necessidade de amar para ser amada, ou seja, fudida por quem tem. 


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