O desejo da família e sociedade sobre o indivíduo!
A família, ou seja, paternidade e maternidade deseja que o filho se eternize na posição de filho. Do ser fofo sem vontades próprias e inferior à quem o gerou. Enquanto próximo o filho deve estar abaixo da animação do indivíduo adulto. Nesse sentido a família pressiona o indivíduo para a falta de personalidade mesmo quando esta não está nos sentidos educacionais e de socialização. Essa seria uma pressão para ser da minha cultura, ou seja, da cultura de quem gera!
Porventura fora dos sentidos educacionais e de socialização a sociedade também pressiona o indivíduo contra seus desejos de ser quem é. Muitas vezes isso ocorre por meio de ofertas promíscuas e indignas de trabalho, onde indíviduo é humilhado e linchado.
Quando o indivíduo linchado na sociedade volta para a família que o pressiona a morrer, esse indivíduo se suicida.
Nesse sentido é preciso repensar a educação, às relações sociais e a maternidade e paternidade. Porquê sim o ser infantil e o filho adulto precisa do equilíbrio do desejo parental que está sobre ele. E do bom senso da sociedade em relação a sua origem e a cultura que o gera e o pressiona para dentro da família.
Nesse mesmo sentido é preciso se doar com cautela ao trabalho e a sociedade, pois a sociedade não corresponde com vínculos o indivíduo irracional, apenas a família abriga o indivíduo irracional com vínculos.
Sendo assim os vincos familiares não podem ser confundidos com os vínculos sociais. Uma vez que um indivíduo com função social deve ter o direito de abrigar com vinco familiar o indivíduo sem função social ou com função social comprometedora. E sem prejuízo da função social que exerce, na medida em que este consegue separar as relações.


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