Entendendo nossas relações
Quando estamos nos relacionando com nós mesmos é uma relação que exige respeito, mas um respeito relativamente diferente do que quando estamos nos relacionando com outras pessoas. Em momentos de reflexão estamos no nosso espaço, dentro do nosso corpo e com nosso espírito, esse espaço é nosso e o escritor realmente é um bicho egoísta porquê ele é reflexivo. Esse tipo de relação não está na imagem que coloquei nesse texto.
Mas sim, temos que respeitar os outros e o momento de reflexão dessas pessoas. Têm gente que mora com a gente. Na mesma casa, essas pessoas têm mais acesso a quem nos somos, nossos defeitos, nossa falta de respeito. Isso é intimidade. Na nossa casa, a gente chora mais, grita mais, mostra mais as nossas imperfeições. Pois é uma relação que deve ser de mais respeito em relação ao que somos para nós mesmos. Essas relações estão no esquema na cor verde. São relações de afeto.
Existem outras relações que não são relações do cotidiano, são relações de colegas, trabalho e até amigos. Nessas relações não mostramos tudo que somos, ficamos mais contidos com nossos vícios e até qualidades para não gerar ofensas e maus relacionamentos. Neste tipo de relação temos que nos portar. Essas relações estão no esquema na cor vermelha.
Temos um outro tipo de relação (a não relação) que está em azul. São relações que não temos, mas que é uma sociedade que existe e tem o direito de existir e evoluir em torno de nós. Temos que nos atentar porquê não podemos atacar o direito de ir e vir daquilo que nos circunda. E se algo se torna melhor que nos em torno de nós, não temos o direito de entrar sem permissão. E isso é respeito.
Esse mundo azul interestelar, quase uma ficção científica, o platonismo, o ápice do romantismo que eleva o indivíduo para compreender e respeitar a complexidade do universo do outro. Se refere ao respeito e a própria realidade do indivíduo que sempre será limitada em relação ao universo. Por isso o mundo azul, o respeito a sociedade, querido legislador, é sobre o direito do mundo particular do outro. (Direitos Humanos) realidades que existem em paralelo e aquém de nossas realidades.
"Quando penso que meu universo é inteligível o universo do outro é tão incompreensível quanto o meu."
Frase dos meus 15 anos
Juh de Paula



Comentários
Postar um comentário